terça-feira, 6 de maio de 2008

Sophia


Sophia de Mello Breyner Andresen


Se todo o ser ao vento abandonamos
E sem medo nem dó nos destruímos,
Se morremos em tudo o que sentimos
E podemos cantar, é porque estamos
Nus em sangue, embalando a própria dor
Em frente às madrugadas do amor.
Quando a manhã brilhar refloriremos
E a alma possuirá esse esplendor
Prometido nas formas que perdemos.
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A Sophia é portuguesa e pouco conhecida no Brasil, mas já estudada nas nossas universidades, inclusive pela minha querida amiga e incansável pesquisadora Vivian Steinberg. Devo à ela o conhecimento de Sophia e divido com vocês. Valeu Vivica!
Para quem curtiu a Sophia, tem mais, clica aqui.

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