quinta-feira, 10 de julho de 2008

da tua Luz




Agora sabes que sou verme
Agora, sei da tua luz
Se não notei minha epiderme...
É, nunca estrela eu te supus
Mas, se cantar pudesse um verme,
Eu cantaria a tua luz
E eras assim ... Por que não deste
Um raio, brando, ao teu viver ?
Não te lembrava. Azul-celeste
O céu, talvez, não pôde ser ...
Mas, ora enfim, por que não deste
Somente um raio ao teu viver ?
Olho, examino-me a tua epiderme
Olho e não vejo a tua luz !
Vamos que sou, talvez, um verme ...
Estrela nunca eu te supus !
Olho, examino-me a epiderme ...
Ceguei ! Ceguei da tua luz ?

(Pedro Kilkerry e Cid Campos)
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Munch de novo.

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