sábado, 21 de fevereiro de 2009

Society, have mercy on me/Hope you're not angry if I disagree...*


Eu havia lido sobre este filme, mas foi depois que a filósofa Ana Steil recomendou que resolvi dar uma conferida. Bem, só pra resumir, faz dias e o filme não sai da minha cabeça, simplesmente não sai, é o road movie mais "into-our-selves" movie que eu já tive o privilégio de assistir. E olha, trilha sonora do Eddie Vedder que faz a gente continuar viajando na estória, no som, nas imagens...Valeu à Ana pela dica, por sinal excelente pra quem, como eu, detesta carnaval.
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*Society Eddie Vedder / Into The Wild Soundtrack

7 comentários:

ana carolina disse...

é tão bom quando alguma coisa faz diferença nos nossos dias, e sacode a poeira da banalidade que nos encobre...

Laurene Veras disse...

Qse esqueço de postar, né wise red hair girl, que o filme é dirigido e o roteiro escrito pelo Sean Penn, baseado na estória de um cara, como dizem na tv, baseado em fatos reais, rs. Mas o que tem de fantástico vai mt além da experiência humana...ou não?

ana carolina disse...

"Mas permita que a mente tenha cautela, porque apesar de a carne ser maltratada, as circunstâncias da vida são bastante gloriosas." Os Vagabundos Iluminados, Jack Kerouac.

Anônimo disse...

Lau, esse filme é excepcional. Um amigo me emprestou ano passado o filme e o livro. O nome do autor é um especialista em gente dos EUA que lê Jack London e sai enlouquecido pelo Alaska Selvagem. Os EUA estão sempre produzindo essas pessoas: ponto-contraponto-ponto-contra-ponto-ponto-contraponto... O nome do autor é Jon Krakauer e no livro as coisas acontecem de outra forma. Beijão e te cuida. Yuri.

Anônimo disse...

Mais uma coisa. Lembra que entre outros, ele lê um exemplar de Doutor Jivago durante a empreitada. É, ou não é, Lau? Somente os EUA produzem gente assim. Outro beijão. Yuri.

Anônimo disse...

Última coisa, prometo. Estou dizendo que no território dos EUA, gente como Obama, Bush ( o pai e o filho ) e Philip Roth, são bem mais leves que o ar, nada assusta os EUA, nadinha. Yuri.

samantha buglione disse...

lau, para mim o lance do filme é simples: o amor se multiplica... sozinhos não rendemos muito!!!
apareça: samanthabuglione@blogspot.com