sexta-feira, 3 de abril de 2009

Palavra na Palavraria

PALAVRA – alegria da influência

Encontro literário de RODRIGO ROSP E RICARDO SILVESTRIN
DIA 04 DE ABRIL – SÁBADO, 18h30min
LIVRARIA PALAVRARIA (RUA VASCO DA GAMA, 165 – tel. 3268-4260)
ENTRADA FRANCA
POCKET SHOW: LEANDRO MAIA


INFORMAÇÕES: 3268-4260 OU 9892-3603

PRODUÇÃO/REALIZAÇÃO: Jornal VAIA e Livraria PALAVRARIA
Assessoria de imprensa: Fernando Ramos (contatos: jornalvaia@gmail.com
e 51-9892-3603)


Sobre os autores:

RODRIGO ROSP:

Nasceu no Rio de Janeiro em 1975. Em 1980, naturalizou-se gaúcho.
Ainda no colégio, iniciou rituais de escrita, vício que jamais
conseguiu abandonar. Nas salas de aula da UFRGS, fez graduação em
publicidade e propaganda e pós-graduação em estudos lingüísticos do
texto. Ainda, cursou MBA em marketing na ESPM.
É autor do livro de contos A virgem que não conhecia Picasso. Na
internete, teve contos selecionados nos sítios Bestiário e Armazém
literário e escreve críticas de cinema para o Cine Players. Além
disso, participou dos livros Ficção de polpa 1 (com o conto
Lingüista), Ficção de polpa 2 (com o conto Sala de espera) e Guia de
leitura – 100 autores que você precisa ler (com ensaio sobre Vladimir
Nabokov).
Atualmente, pratica criação literária com os mestres Léa Masina e
Charles Kiefer – e trabalha com redação, revisão e outras coisas que
não rimam.

Crédito da foto do Rosp: Divulgação.

RICARDO SILVESTRIN:
Autores de 12 livros. Os mais recentes são “O Menos Vendido”, poesia,
“Play”, contos, “Transpoemas”, infantil de poesia. É também músico da
banda os poETs. É colunista do jornal Zero Hora. Apresenta na rádio
Ipanema FM o programa Transmissão de Pensamento. Recebeu por 5 vezes o
prêmio Açorianos de Literatura.

Crédito da foto do Silvestrin: Divulgação.
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O texto eu copiei tal e qual o Fernando Ramos me enviou. Nos lemos por lá.

2 comentários:

Sidnei Schneider disse...

Oi, salvei três poemas teus, Luando e outrando (gosto muito do final), Nonsense (bonito e acre-doce) e Do outro lado (já comentei). E também um do Jaime Vaz Brasil. Passear pelo teu blogue sempre me emociona. Bjs

Laurene Veras disse...

Luando e outrando é problemático, faz anos que mexo nele, na minha cabeça não tá acabado, mas o que eu acho que realmente sustenta aquele poema é, de fato, o final.