segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Milonga do derretimento ou persistência e memória blá blá blá

Olha o que é a loucura desta mente afogada em estudos acadêmicos no verão obscenamente escaldante de Porto Alegre: tava aqui revisando minha monografia sobre MEMÓRIA e esse calor hijo de una perra começou a me aborrecer além do suportável e eis que lembrei da Ramilonga do Vitor Ramil quando canta assim: "...ares de milonga/sobre Porto Alegre...". Imediatamente me peguei cantarolando assim: "...bafos de milonga/sobre Forno Alegre...", e pensei, nossa, como eu sou supermegamasterblaster engraçada, não? E resolvi postar meu arremedo de paródia, e resolvi pensar numa imagem que ilustrasse o calor maldito, e eis que a primeira imagem que me veio na cabeça foi este quadro do Dalí com os relógios que derretem. Calor... Derretimento... Entendeu, entendeu? Enfim. Mas qual não foi a surpresa desta mente psicopata ao descobrir que justamente este quadro se chama "Persistência da MEMÓRIA". E eis que voltamos ao início deste post quando eu contava sobre a monografia...
Na boa, ou eu vou tirar um estupendo A nesse trabalho ou daqui a pouco vou estar ouvindo vozes e mastigando a raiz do meu cabelo.
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O ministério da sanidade adverte: Passar o verão em Porto Alegre estudando é prejudicial ao Tico e ao Teco.