sexta-feira, 23 de abril de 2010

Festipoa 2010. Corre que ainda tem tempo.



Festipoa Literária hoje =18h30: Carlos André Moreira e Alcy Cheuiche discutem o gênero romance histórico.20:30 continua a função no Zelig. Com ceva, som, e nóis!
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*Dia 23 de abril: Sexta-feira:


Na Palavraria:

16h30: Marco Cena, Samir Machado de Machado e Clô Barcelos falam sobre a criação de capas para livro.

18h: Pocket show com Felipe Azevedo.

18h30: Jorge Furtado, Pena Cabreira e Juarez Fonseca conversam sobre letras de canções na música popular brasileira.

No Espaço Cultural Casa dos Bancários

18h: Leitura Contos da vida breve com Henrique Schneider.

18h30: Carlos André Moreira e Alcy Cheuiche discutem o gênero romance histórico.

Na Sala Álvaro Moreira

20h: Leitura da peça Diálogos Espectrais, de Ivo Bender, com Luiz Paulo Vasconcellos, Júlio Conte, Giselle Cecchini e Diones Camargo.

No Zelig:

20h30: Festa Sexta básica - dia do livro e do autor: Grupo Trilho, Cristina Moreira, Leila Teixeira, Lima Trindade, Reginaldo Pujol Filho, Wladimir Cazé (ES), Guilherme Darisbo, Duo HoffParú e Antonio Falcão e banda.


*Dia 24 de abril: Sábado:


Na livraria Letras & Cia:

09h30: Grupo Nos Lemos (Manuel Estivalet, Bruno Brum Paiva, Janaína Quiroga, Nelson São Bento e Tina Gonçalves); leitura encenada baseado em textos.

10h: Bárbara Lia, Wladimir Cazé e Laís Chaffe conversam sobre suas produções poéticas.

Lançamento e autógrafos dos livros A última chuva, (Belo Horizonte: Mulheres Emergentes Edições Alternativas, 2007) de Bárbara Lia (PR) e Macromundo (Confraria do Vento, 2010) de Wladimir Cazé.


No Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano (ICBNA)

11h: Projeto Bate Boca Bom: Linhas de fuga e transmigrações da poesia de língua portuguesa: painel com Luis Serguilha (Portugal) e Ronald Augusto. Mediação: Liana Timm.

Lançamento e sessão de autógrafo do livro Korso, com Luis Serguilha

14h: A artista plástica Lúcia Rosa (SP) fala sobre o coletivo Dulcinéia Catadora. Lançamento e sessão de autógrafo dos livros Quatro quartos, de Monique Revillion e Duas palavras, de Altair Martins;

16h: Exibição de minimetragens do projeto Cidade Poema e leitura de poemas com Everton Behenck, Berenice Sica Lamas, José Antônio Silva, Liana Timm e Laís Chaffe, coordenadora do projeto.

16h30: A poética do mar: da poesia de Castro Alves à canção de Dorival Caymmi, poesia e música com Marlon de Almeida e Moisés Dornelles

18h30: Vida e obra de Oliveira Silveira, com Jorge Fróes e recital de poesia com Vera Lopes e Grupo. Lançamento de antologia de poemas de Oliveira Silveira.

Na Palavraria:

16h: Pedro Gonzaga conversa com José Hildebrando Dacanal sobre Riobaldo & Eu: a roça imigrante e o sertão mineiro

17h30: Leitura “Desacordo ortográfico”, com Reginaldo Pujol Filho;

18h Debate com Xico Sá (SP), Cardoso e Cláudia Tajes.

Lançamento e sessão de autógrafo de Chabadabadá - aventuras e desventuras do macho perdido e da fêmea que se acha (Ed. Record), de Xico Sá.

Na Praça da Alfândega, em frente ao Clube do Comércio.

16h: Oficina de pintura de capas de papelão e confecção de livros com Lúcia Rosa (coletivo Dulcineia Catadora). Os participantes pintarão as capas e escolherão o título que desejam montar. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo e-mail jornalvaia@gmail.com ou pelo fone (51) 9892.3603.


*Dia 25 de abril: Domingo:


Na Palavraria:

14h: Painel: Conto, imagem e construção do invisível, com Flávio Wild, Olavo Amaral e Cássio Pantaleoni;

15h: Lançamento e sessão de autógrafo de Histórias para quem gosta de contar histórias, com Cássio Pantaleoni;

16h: Bate-papo com o escritor carioca Henrique Rodrigues e Diego Petrarca e lançamento com sessão de autógrafos da coletânea de contos organizada por Henrique Rodrigues Como se não houvesse amanhã (Ed. Record).

São vinte histórias inspiradas em músicas da Legião Urbana, cada uma escrita por um autor diferente. Além de ser uma homenagem à banda que se tornou um mito, “Como se não houvesse amanhã” é também uma amostra do que há de melhor na literatura brasileira contemporânea. A exemplo das músicas da lendária banda formada em Brasília, os contos tratam de temas universais como amor, perda, revolta, indignação, morte. E, assim como as canções da Legião Urbana, os vinte contos deste livro são delicados, profundos, inquietantes e belos. E todos foram feitos para serem lidos em volume máximo – sim, em volume máximo, tendo a Legião Urbana como som de fundo.


18h: Altair Martins conversa com Amilcar Bettega e Marcelino Freire sobre os rumos da narrativa curta.

No OX/OCIDENTE

20h: Festa de encerramento: Marcelino Freire, Altair Martins, Monique Revillion, Paulo Seben, Dani Langer, Cris Cubas e Paola Mallmann, além das bandas Bumble Bee, Fapo e os humanóides e Suco Elétrico.

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